sexta-feira, 24 de julho de 2020
O Santo Ministério - Rev. Paulo M. Nerbas
O material escrito utilizado (em parte) pelo professor Nerbas, já está na internet desde 2018 e pode ser acessado em www.pastoressudeste.blogspot.com.
quinta-feira, 16 de julho de 2020
Inscrição
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quinta-feira, 9 de julho de 2020
Identidade Luterana e seus conflitos na Identificação
Rev. Edson Ronaldo Tressmann
1 - Isaías 54.2-3
Aumentar a barraca e
estender as fronteiras – identificar e gerar identificação.
Colegas
de ministério, futuros pastores da igreja (estagiários), pastores de outras
denominações, desejo propor uma reflexão sobre a identidade Luterana e as
tensões que a mesma geram ante a Identificação.
O
que de fato identifica o luteranismo?
Sendo
pastor no nordeste brasileiro (2005 – 2009), vi e convivi, não sei se é assim
hoje, com pastores que não se mantinham presos ao uso de batina e todo
tradicionalismo litúrgico com suas ordens cantadas. Ao me deparar com essa
realidade, pastor recém-formado, o choque foi inevitável. Posso proceder assim?
E agora, o que fazer? Apegar-se a que?
Há
uma tensão inevitável entre duas forças opostas entre si: identidade e
identificação. Entre essas duas forças há o anseio de manter-se fiel a
identidade e conseguir identificar-se.
O
que verdadeiramente me identifica como sendo Igreja Luterana? Não há identificação sem
identidade.
Primeiro
aspecto da identidade luterana: somos uma igreja confessional.
Nossa
confissão circunda a justificação pela fé. É um arco, no qual todas as outras
chaves estão penduradas. Não podemos tirar uma chave desse arco e considera-la
sozinha. Qualquer chave precisa estar sempre pendurada no arco da justificação.
Certa
vez fui parado numa blitz de trânsito. O policial solicitou os documentos para
que eu fosse identificado. Os documentos com minha foto comprovavam a minha
identificação. Apesar do óculos, o policial me reconheceu, no entanto
questionou sobre o óculos se não havia essa observação na habilitação.
Será
que conseguimos nos identificar mesmo havendo algum adendo?
Desde sua origem, a igreja luterana tem apresenta o
verdadeiro conceito sobre igreja.
O
artigo VII da Confissão de Augsburgo destaca que igreja é a reunião de todos os
crentes, entre os quais o evangelho é pregado de maneira clara e os sacramentos
são distribuídos de acordo com o evangelho. Sabemos onde está a verdadeira
igreja!
Pelo
conceito de igreja, qual deveria ser a nossa preocupação? Zelar e cuidar para a
correta pregação do evangelho e a correta administração dos sacramentos. O prof. Erni Seibert conclui que o conceito de
igreja tem implicações e interferências em alguns aspectos da prática
missionária dentro da igreja.
No
Credo confessamos: “Creio no Espírito Santo, na santa igreja cristã
(católica)...” Nessa confissão, reconheço que “igreja”
é um artigo de fé. A igreja crê que existe e tem um significado.
Paulo
na carta aos Gálatas 1.13, escreveu “Porque ouvistes qual foi o meu proceder outrora no
judaísmo, como sobremaneira perseguia eu a igreja de Deus e a devastava”
(ARA). A comunidade de Jerusalém se denominava a “igreja de Deus”.
Era
“igreja de
Deus” não por fazer o que a lei ordenava, assim como no judaísmo se
observava que precisa ser. O apostolo Paulo não a denominou como sendo igreja de Deus devido ao seus estatutos,
regimentos ou estrutura. O apostolo destaca que era igreja de Deus por terem sido chamados pela graça de Deus (Gl
1.15). E a graça de Deus é oferecida e dada no evangelho e sacramentos, onde
precisamos zelar. De acordo com o apostolo Paulo, a igreja de Deus são todos aqueles que vivem pela fé e não os que
estão presos a regras. Diante disso, Seibert lembra a ligação entre igreja e
justificação.
A
prática das nossas ações missionárias mostram o quanto somos refém da
estrutura. Toda ação missionária está engessada ao redor da estrutura e
atividades departamentais. Transparece que sem isso, não há missão sendo realizada.
No
Novo Testamento o peso institucional não era tão forte como é em nossos dias. O
fato é que o conceito foi mudando a medida que mundos foram terminando e
iniciando outros. Na idade média e Moderna o peso da instituição cresceu a
ponto de hoje vivermos dias de denominacionalismo.
É
preciso ressaltar que o crescimento da igreja trouxe consigo a necessidade de
estruturação. Essa estruturação precisa ter contato com o estado e não
negligenciar o contato com os pagãos. Aqui está um ponto fundamental: queremos ter
contato e, não é a identidade o problema, mas a estrutura que acaba impossibilitando
esse contato. (A tensão missionária entre identidade versus identificação pode
ser resumida em Efésios 2.11 – 22).
Com
a expansão e crescimento a igreja passou a ter necessidade interna e assim, a
estruturação ficou cada vez mais importante. Diante dos conflitos internos,
passou haver necessidade de preservação da unidade. Mas,
onde está a unidade? A unidade passou a ser estrutural - atrelada aos
presbíteros e bispos. Dessa forma, perdeu-se o elemento principal: o
doutrinário. Passou a
valer a palavra de homens que regiam a estrutura da igreja.
Seibert
enumera que a tensão entre identidade versus identificação se deve ao fato de “externamente a
igreja mantem uma eclesiologia dinâmica ou carismática, mas internamente
desenvolve uma eclesiologia estrutural.”
Seibert
conclui que para Lutero a igreja é muito menos institucional, afinal, a mesma
está estritamente ligada à Palavra e Sacramentos.
A
igreja é reconhecida por sete marcas: Palavra de Deus, Sacramento do batismo, Sacramento
do altar, Absolvição, Ordenação dos servos, Oração e Louvor público, Santa Cruz.
Dentre essas marcas o Evangelho e os Sacramentos tem lugar especial. Lutero
destacou que o estabelecimento da igreja não é por causa da instituição, mas
como lugar de divulgação do evangelho.
Na Apologia da Confissão de Augsburgo,
Melanchton escreveu que: ...a igreja não é apenas sociedade de coisas externas e
ritos, como acontece em outros governos, senão que é, principalmente, sociedade
de fé e do Espírito Santo nos corações, sociedade que possui, contudo, notas
externas, para que possa ser reconhecida, a saber: a pura doutrina do evangelho
e a administração dos sacramentos de acordo com o evangelho de Cristo.
O conceito igreja não valoriza muito a questão estrutural, mas, sua ligação com
as chamadas notas da igreja, a saber, palavra e sacramento.
Nos
artigos de Esmalcalde, Lutero escreveu que até uma criança de sete anos sabe o
que é igreja, a saber, os santos crentes e os cordeirinhos que ouvem a voz de
seu pastor. Essa santidade não está em sobrepelizes, tonsuras, alvas
e outras cerimônias, inventadas para além das Escrituras Sagradas, porém
consiste na fé verdadeira.
A
grande diferença entre o conceito de igreja católica romana para o conceito
luterano para Seibert é que: a igreja católica romana enfatiza a igreja como
estrutura externa visível sob a liderança dos bispos e do papa; a igreja luterana enfatiza a igreja como comunhão
de cristãos que torna a palavra e sacramentos disponíveis sob formas comuns
externas.”
As
confissões Luteranas apresentam o conceito de “igreja” de maneira mais dinâmica do que estrutural, mais
carismática que institucional. A atuação missionária da igreja não deve estar
ocupada em estabelecer formas e estruturas, mas, anunciar a mensagem do evangelho
assim como anunciada pelas sagradas Escrituras.
A verdadeira unidade
é que o evangelho seja pregado unanimemente de acordo com a reta compreensão
dele e os sacramentos sejam administrados em conformidade com a palavra de Deus
e não que a estrutura seja a mesma (Confissão da Esperança, p.55). Os
confessores ensinam que “para a verdadeira unidade da igreja cristã não é
necessário que em toda a parte se observem cerimônias uniformes instituídas
pelos homens.” Os confessores “combateram uma pseudo-unidade, ou seja, uma visão
ilegítima da unidade da igreja, aquela visão que exige que em todas as partes
se acatem e pratiquem as mesmas cerimônias instituídas pelos homens, aquela
visão que exclui da unidade da igreja a quantos não aceitam ou não praticam
tais cerimônias.”
Ninguém
tinha o direito de os excluir e tratar como hereges por não guardarem as
cerimônias humanas da igreja católica apostólica romana. A igreja não pode
continuar convivendo amarrada a lugares e épocas, a pessoas e gestos, através
de leis e pompas exteriores,” como requisito de fazer parte da igreja.
Para
Lutero, “a
unidade da igreja é espiritual e invisível e não coincide com a organização
externa da igreja presidida pelo papa. A união está na voz do evangelho e pelos
sacramentos, os meios pelos quais chama, congrega, ilumina e santifica toda a
cristandade na terra.
O
problema é que após a morte de Lutero, esse conceito de igreja não foi adotado.
Nesse quesito, a IELB é mais calvinista que luterana, pois, faz distinção entre
igreja visível e invisível. A igreja invisível é composta pelos que creem e a
igreja visível é constituída pela palavra, sacramentos e disciplina
eclesiástica. Assim, a constituição eclesiástica se tornou importante na igreja
visível. As igrejas derivadas da reforma aderiram a essa característica
institucional, evidenciadas pelo seu nome episcopal, presbiteriana,
congregacional, Luterana, etc.
Dessa
maneira se investe muito tempo para reestudar e reestruturar regimentos e
estatutos numa determinada reunião do que doutrina e documentos confessionais. A
tensão entre identidade versus identificação ocorre por causa dessa postura
institucional e não dinâmica.
É
urgente que se resgate o caráter dinâmico da igreja atrelado a justificação.
Afinal, o conceito de igreja que está sendo impresso de maneira inconsciente
entre os luteranos parece ser muito estranho confessionalmente falando. No
livro: A Missão de Deus diante de um novo milênio, Seibert destaca que “os frutos da
missão é o arrebanhamento de membros de outras igrejas para nossas fileiras.
Quem não é membro da denominação religiosa passa a ser alvo de missão, assim a
tarefa missionária se tornou sinônimo de pregação e propaganda denominacional.
A
missão da igreja continua sendo a missão de Deus, e tem como propósito que
Jesus se torne conhecido (Ef 3.10), e que em Jesus os pecadores alcancem a misericórdia
de Deus (1Pe 2.10).
O
que é levar Cristo para Todos?
Há
outros dois fardos que levam a tensão entre identidade e identificação. Tradição
denominacional e Tradição cultural.
Na
tradição cultural confundimos a cultura pessoal com o conteúdo do evangelho. Na
tradição denominacional fundamos uma congregação conforme o modelo estrutural
da denominação e a princípio engessamos nosso agir. Ser luterano tornou-se
sinônimo de estar de acordo com o estatuto, regimento e participante ativo de
todos os departamentos. A igreja passa a ser valorizada como instituição e não
pelo que oferece com os meios da graça. Seibert destaca que se a instituição
chegar à pessoa antes do evangelho, dificilmente haverá correta identificação.
Walther
disse que “pobres
das pessoas que, filiadas a uma congregação cristã, se sentem rejeitadas pelo
pastor e liderança em razão dos ‘pecados’ cometidos contra tais normas e para
quem o evangelho é oferecido na condição de se submeterem ao grupo dominante da
igreja.”
A
tensão missionária vivenciada na IELB não é um fator dos nossos dias. Ela é
proveniente de três fatores:
1) – 1532 - a Paz Religiosa de Nuremberg (1532).
Foi concedido tolerância religiosa aos adeptos da Confissão de Augsburgo,
incluindo os que eventualmente a aceitassem no futuro. A consequência desse
pacto é que um número de homens subscreveu a Confissão de Augsburgo não porque
aceitassem suas doutrinas inequivocamente, mas porque esperavam usufruir
vantagens.
2) - Tentativa de
racionalização da doutrina da justificação após a morte de Lutero.
3) - A preocupação
pela estruturação e essa precisa ser mantida a qualquer custo.
Ponto
2
Essa igreja dentro da missão de Deus é enviada para oferecer algo.
Pelo profeta Isaías (Is 55.11) Deus promete: “minha palavra
não voltará vazia”. Como a Palavra de Deus
não voltará vazia? As igrejas estão cada vez mais vazias? Para quem essa
palavra não volta vazia?
A Palavra está cheia de Cristo e quem ouve essa
verdadeira Palavra, estará cheio do que ela oferece: perdão, vida e salvação.
Ela não voltará vazia para quem a ouve.
No processo da Reforma, Martinho Lutero, enfatiza que a
igreja é uma comunhão de cristãos em torno da Palavra e Sacramentos disponiveis
sob formas comuns externas. A igreja existe e persiste onde há pregação correta
da Palavra de Deus e administração do sacramentos conforme essa Palavra de Deus
e assim as pessoas nao voltarão vazias. A igreja têm como razão
existencial o levar Cristo as pessoas através da Pregação e administração dos
sacramentos para que as pessoas recebam Cristo e assim sejam salvas.
É
necessário e urgente a revitalização da atividade missionária. Para isso é
preciso revitalizar-se internamente. Como isso é possível? Voltando à fonte
dessa herança: Confessionalidade.
Nossa herança e fonte confessional é a
Bíblia, a qual dá origem ao Livro de Concórdia. Você já parou para pensar que
sem a Bíblia, não teríamos Livro de Concórdia e a situação seria muito pior.
Se
a igreja fosse um veículo e numa rodovia fôssemos parados numa blitz, qual identidade iriamos apresentar? E se ao apresentar
essa identidade, seriamos reconhecidos mesmo com algum adendo?
O que é ser confessional? “Identidade confessional” é
proclamar algo de alguém para alguém outro. Ser confessional é crer e ensinar.
A
nossa Identidade
confessional não e o livro de 683 páginas. É, ir ao encontro das pessoas com a mensagem que não
é nossa, mas daquele que é o autor da missão, Deus e que me tornou igreja.
Nossa
teologia e identidade é a tentativa
de interpretar a Escritura. Nossa forma básica é exegética. Por ser exegética, é
preciso a chave correta para fazer a exegese bíblica como um todo.
Essa
chave abre qualquer tema, controverso ou não.
Althaus
no livro “A
teologia de Martinho Lutero” enumera que a Escritura Sagrada é a
norma por excelência. O texto bíblico é uma norma teológica. Todas as decisões e toda a
tradição da igreja estão sujeitas ao texto bíblico e não a sua estrutura.
Dessa forma não é a
estrutura que nos identifica.
Paul
Althaus, escreve que o objetivo das Sagradas Escrituras é anunciar a mensagem
do evangelho e não se ocupar em estabelecer formas e estruturas.
Você
já percebeu o tempo utilizado para explicar como nossa estrutura funciona? Se
algo acontece e coloca essa estrutura em cheque, mais tempo é gasto.
Antes das pedradas, enfatizo que não
sou contra a estrutura, mas, ela precisa ajudar a divulgação do evangelho e não
trabalhar para si mesma. Muitas vezes, parecemos uma empresa que precisa se
estabelecer e sobreviver por si.
O
professor Prunzel na apostila de Sistemática I, Introdução a teologia (2010) destaca
que nossa identidade é a
mensagem das Escrituras que não deixa ninguém vazio (Is 55.11).
Todas
as igrejas apelam para a Escritura. Mas, elas creem no que diz a Escritura nos pontos de fé? Qual é
a chave com a qual abrem e leem a Bíblia? Nossas confissões mostram o que
cremos, ensinamos e confessamos. A Reforma é um evento exegético e hermenêutico!
As confissões, nosso documento que nos identifica, mostra que reconhecemos assuntos
controversos por estarem de acordo com a Escritura. Lemos as Escrituras em
harmonia e essa leitura harmônica nos une e nos permite identificar. A
estrutura é apenas um adendo. Rejeitar essa identidade é rejeitar a nossa própria razão de ser.
Na apresentação do Livro de Concórdia, na sua primeira
edição em lingua portuguesa, o então presidente da IELB, Johannes H. Gedrat,
ressaltou que “as
Confissões Luteranas não querem e não devem ser distintivo ou sinal de um grupo
separatista e ‘detentor exclusivo da verdade’. Expõe à única e verdadeira
doutrina biblica e cristã de todos os tempos. Esses escritos são o esforço
sincero para reunir também visivelmente num só rebanho todos os que desejam ser
um em espírito e em verdade.” O
DNA da IELB é fazer teologia e ser
missionária.
Fazer teologia é voltar às bases; ser missionária é levar
a cabo a atuação teológica, levar as bases às pessoas.
Ao falar sobre levar para as bases a teologia, quero
fazer uma observação. A convenção nacional da IELB, realizada
entre os dias 01 – 04 de maio de 2014, em Aracruz, ES com o tema “Nossa unidade
confessional a serviço da missão”. Houve duas palestras. “O desafio de ser
uma igreja confessional em missão hoje;” “O desafio de preservar a identidade
confessional”.
Entre
os 1.658 (um mil seiscentos e cinquenta e oito minutos, 12 % do tempo), a
convenção que visava reestudar sobre sua identidade dedicou apenas 190 minutos
a esse estudo. Transparece que a IELB está mais ocupada em manter seu esquema
estrutural atrelado a estatutos e regimentos. Tudo gira em torno da estrutura.
O DNA da IELB é fazer teologia e ser missionária.
Não
basta ser uma Igreja Confessional, é necessário ser uma Igreja Confessante. Por
confessante, digo, dinâmica no ensino, na confissão e no testemunho. Essa
dinamicidade no ensino, na confissão e no testemunho encontra suas bases na
Identidade. Fundamentado na identidade facilmente se levará a identificação.
Abraços
e muito obrigado!
ERT
Edson Ronaldo TREssmann
Bibliografia
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Gene Edward Jr. Tempos Pós-Modernos: uma avaliação cristão do pensamento e
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